NOSSOS PROJETOS

Cultura Itinerante

Cultura Itinerante


Arte, cultura e participação da
população infanto-juvenil nas
comunidades rurais do município de
Itiúba, em prol da formação cidadã e
do desenvolvimento integral. Projeto
aproxima lazer às comunidades
isoladas, estimula o uso do tempo
livre de maneira criativa e desperta
convivência e fortalecimento de
vínculos.

Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

Espaço de convivência, participação e cidadania para o desenvolvimento do protagonismo e da autonomia, a partir dos interesses, demandas e potencialidades dos participantes.

Formação Profissional em Energias Alternativas

Formação Profissional em Energias Alternativas


O potencial solar elevado do semiárido nordestino coloca o território como atração de projetos de geração de energia solar em residências, espaços públicos e no comércio local. As energias alternativas sustentáveis geram renda complementar à agricultura familiar e emancipação social para a juventude rural.

 O LAR SANTA MARIA

O LAR SANTA MARIA

O Lar Santa Maria é uma organização da Sociedade Civil, privada, sem fins lucrativos. Com sede no município de Itiúba, no estado da Bahia, promove a convivência, o fortalecimento de vínculos, a formação integral de jovens e mulheres e, em conjunto com as comunidades, apoia a criação de alternativas de emprego e renda solidária. Sonhos concretizados em prol de vida digna, o empoderamento dos jovens e mulheres rurais, o desenvolvimento e a permanência no campo, diminuindo o êxodo rural.

Missão: Construir pontes de solidariedade e paz para erguer a vida
Visão: Juventude liderando as comunidades
Valores: Acolher, acreditar, compreender, promover e cooperar

PRESTAÇÃO DE CONTAS

CAMPANHAS
CAMPANHAS
Conectados Aprendemos
PARCERIAS
PARCERIAS
2016 - 2017 - 2018 - 2019
D.R.E
D.R.E

COTIDIANO

O USO DA TECNOLOGIA - SABER AGIR Chegamos ao século em que o ser humano tem agido de forma superficial diante de algumas situações; o valor das coisas têm sido maior do que o valor das pessoas. Os avanços civilizatórios/tecnológicos surgem como responsáveis diante de algumas ações humanas. O celular entra como principal vilão, apesar de ser um forte colaborador na construção do aprendizado de muitas pessoas, principalmente dos jovens que estão utilizando para as aulas online (algo bastante positivo). Para alguns, é preferível resolver tudo pelo celular a ter de lidar pessoalmente com a situação, e a isso chamamos de facilidade. Pensávamos que seríamos capazes de controlar os avanços tecnológicos, mas, quase sempre, nos deixamos ser controlados. E tudo isso parece ir muito além, principalmente agora no tempo de pandemia, onde muitas pessoas estão isoladas. As emoções oscilam constantemente pela ausência de um curtir, pela falta de um compartilhamento nas redes sociais ou pela falta de recíproca numa visualização no whatsapp ou no direct do instagram. Parece-nos que não somos mais uma geração de diálogo presente. O celular, em grande medida, substituiu o contato físico e nos deu o direito de viver de maneira mais “cômoda”. A pandemia, sem dúvida, fortaleceu ainda mais esse processo. Todos foram obrigados a se adequar à nova realidade: as famílias, os profissionais das diversas áreas da sociedade, inclusive os jovens que foram afastados do ambiente escolar. Cabe reforçar, no entanto, que não há mal em usar os instrumentos tecnológicos, as redes sociais e interagir com as pessoas. Talvez o grande problema seja virar vítima desses instrumentos tecnológicos e fazer deles a única válvula de escape ou solução para todos os problemas. É necessário ir mais além, tomar consciência dos próprios atos e saber agir racionalmente. -- Marcelo Felix Matias Conselheiro Fiscal

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